quarta-feira, 31 de março de 2010

Voto de Cabresto


O voto de cabresto é um sistema tradicional de controle de poder político através do abuso de autoridade, compra de votos ou utilização da máquina pública. É um mecanismo muito recorrente nos rincões mais pobres do Brasil como característica do coronelismo.

A figura do coronel era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de cabresto, onde o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo de violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votassem nos candidatos por ele indicados. O coronel também utilizava outros recursos para conseguir seus objetivos políticos, tais como compra de voto, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência.

No sistema político e eleitoral brasileiro, nos dias atuais, é muito difícil controlar o voto das pessoas. Mas há novos mecanismos de pressão que são usados. Por exemplo, anotar as secções em que os eleitores de uma determinada família ou localidade votam, para depois conferir se a votação do candidato correspondeu ao que se esperava dos eleitores. Embora não seja possível se determinar "quem" votou em "quem" por este método, ele é eficaz entre a população mais pobre como instrumento de pressão psicológica.

Mas há também o uso de poder das milicias, nas comunidades pobres, que obrigam os moradores locais a votar em quem eles querem, ou não permitem o voto em candidatos cujo a milicia não aceita; se a população não cumpre a milícia pode abusar do poder e causar mortes ou parar de "ajudar" os moradores.

A compra do voto ainda é muito praticada e é eficaz.


A ilha de Páscoa


Ilha de Páscoa

A Ilha de Páscoa é uma ilha vulcânica situada na Polinésia, ao Sul do Oceano Pacífico e a 3.700 km de distância da costa leste do Chile, possuindo assim um clima subtropical. De origem vulcânica remete à fusão de três vulcões. O mais antigo deles é o Poike, com seus 3 milhões de anos, seguido pelo vulcão Rano Raraku, de 2.5 milhões de anos e finalmente, o mais novo, chamado de Maunga Terevaka (de 12.000 a 10.000 anos).

A ilha ocupa uma área de 390 Km². As atividades econômicas da ilha são agricultura (trigo, milho, inhame e frutas tropicais), criação de ovelhas e turismo.

Em Rapanui, o idioma local, é denominado Rapa Nui "Ilha Grande", Te pito o te henúa "Umbigo do Mundo" e Mata ki te rangi "Olhos fixados no Céu".

A Ilha é famosa por suas enormes estátuas de pedra conhecidas como Moais (cabeças gigantescas talhadas na rocha vulcânicas), estátuas de madeira e tábuas contendo inscrições hieroglíficas. Um dos maiores mistérios dos "Moais", é o fato de pertencerem todos ao mesmo tipo e somente encontrados nessa ilha.

Em 1722, o comandante holandês Jacob Roggeveen, junto com seus marinheiros, desembarcou de seus 3 navios numa das praias da ilha um dia antes do domingo de Páscoa. Por essa razão, no dia 5 de Abril, batizaram-na com o nome Ilha de Páscoa.


Mas a ilha já tinha sido descoberta há séculos, há indícios de que os seus habitantes vieram de alguma ilha do Oceano Pacífico, provavelmente das Ilhas Marquesas e Mangareva. Dizem que a Ilha de Páscoa teria sido parte de um continente desaparecido sob as águas.

Em 1786, o francês La Perouse lá desembarcou e constatou a existência de refúgios secretos e cavernas subterrâneas onde se abrigavam os nativos.

Este viajante percebeu que as enormes estátuas de pedra não deveriam ser apenas ídolos, mas monumentos erguidos em memória de pessoas muito importantes.

As estátuas de Páscoa medem de 6 a 10 metros de altura em média, enquanto a maior delas mede quase 22 metros. Elas foram destacadas dos flancos da montanha - o vulcão Rano Raraku - e puxadas por rampas descendentes chamadas "Caminhos das Estátuas", até seu lugar definitivo. A pedra que serve para esculpir as estátuas é de tufo mais mole. As costas das estátuas eram cuidadosamente polidas para poderem deslizar mais facilmente pelos "caminhos" como se estivessem esquiando.

O Maior MOIA, (como são chamadas as estatuas da ilha) mede 22 metros, que é chamada "o Gigante", não está separada do flanco do vulcão, acredita-se que ela também seria transportada como as outras, não se sabe como, pois, segundos dados seriam necessários 20 mil homens para fazer a sua locomoção, já que o Gigante pesa cerca de 50 toneladas, porque diferentemente das demais o Gigante que não chegou a ser não foi transportado pelas rampas que formam o “Caminho das estátuas”, pelo fato de sua parte traseira não ter sido totalmente terminada. Segundo dados do governo chileno a população atual da ilha é de 3500 habitantes, fica mais um enigma para o homem atual.

O Gigante

No lugar podem ser encontradas muitas pontas de lança e machados em basalto duro.

As órbitas eram entalhadas antes do transporte, mas o olho era esculpido somente quando a estátua chegava em seu lugar definitivo, durante uma cerimônia chamada "Abertura dos Olhos".

Era aí então que a estátua recebia sua vida e sua força, e seu olhar dirigido para o interior da ilha, protegia as aldeias e seus habitantes. Em 9 de setembro de 1888, o Chile tomou posse da ilha definitivamente.

Os pascoenses, como todos os povos polinésios, são extremamente afáveis e possuem um grande instinto musical. Freqüentemente são organizados na ilha bailes tradicionais, seguidos de festejos (sau sau) que fazem a delícia dos visitantes.


Aboliçao da Escravatura



Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Processo de abolição da escravatura no Brasil

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.

Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.


A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil. A primeira cidade do Brasil a libertar os escravos foi a cidade de Areia na Paraíba.

Fonte: www.Suapesquisa.com

segunda-feira, 29 de março de 2010


Geoglifo é uma figura feita em morros ou regiões planas, de maneira que é melhor visualizada do alto, como por exemplo visto de um avião, helicóptero ou balão. Algumas podem ser vistas do solo e outras não.

Essas figuras podem ser desenhadas por rochas de coloração diferente do solo ao seu redor ou por escavações fazendo desnível no solo. Podendo atingir de uma ponta a outra do desenho até 250 metros. São encontrados desenhos geométricos (quadrados, círculos, linhas, espirais e etc...), antropomorfos (Formas humanas) e zoomorfos (Formas animais).


Localidades

Os países onde já foram registrados esse tipo de figura são Austrália, Brasil, Bolívia, Chile, Estados Unidos e Peru. Contudo, os geoglifos mais conhecidos são os das Linhas e Geóglifos de Nasca e das Pampas de Jumana.

Brasil

No Brasil os geoglifos podem ser encontrados no estado do Acre, apenas geoglifos geométricos estão registrados (círculo, retângulo, quadrado e espiral), sendo localizados mais precisamente entre os rios Acre, Iquiri e Abunã, entre Rio Branco e Xapuri.


Curiosidades

Os geoglifos que causam maior curiosidade são as figuras feitas por povos antigos.

A primeira dúvida a se ter sobre essas figuras é de como elas foram feitas. Pelo simples motivo de que as figuras não são vistas do solo, como eles iriam conseguir se guiar para fazer figuras tão complexas como as de Nazca. Dai surgem várias teorias, uma delas é que essas figuras não foram feitas pelo homem, e sim por seres extraterrestres. Outra teoria bastante aceita atualmente é a de que esse povos tinham tecnologia para fabricar balões, inspirada no fato de que um vazo foi encontrado com o desenho de um balão.




O segundo "ponto de interrogação" seria o motivo dessas figuras: para que desenhar figuras de forma que os homens não podem vê-las? Então surgem também várias teorias, entre elas a de que as figuras são realmente feitas para se visualizar do alto, servindo de guia ou referencia para extraterrestres. Outra seria a de que são figuras para devoção ou agradecimento aos deuses (Motivo Religioso) ou simplesmente eram uma manifestação da cultura e da arte dos povos antigos.

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 22 de março de 2010

A casa da Pólvora

Foram erguidas três construções denominadas casa da Pólvora na cidade de Nossa Senhora das Neves, Atual João Pessoa, Capital da Paraíba. As duas primeiras Não Conseguiram resistir ao tempo e aos constantes ataques de saqueadores, restando apenas a casa da pólvora situada na Ladeira do São Francisco primeira rua da cidade. Construida em 1710 a terceira casa da pólvora fica localizada em ponto estratégico da cidade, além de guarda as munições e armamentos, servia também de observatório contra as ações dos Holandeses. Erguida em um ponto alto da cidade com vista para o estuário do Rio Paraíba e do porto do capim, principal porto da cidade nesse período. Foi construida por ordem do Capitao-mor governador Fernando de Barros e Vasconcelos e em 10 de Agosto de 1704 , e concluida em 1710 na administração do Capitão-mor Governador João Maria de Gama.

Vista da parte baixa da cidade, observada da Casa da pólvora

Foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, em 24 de maio de 1938, sofreu restauração e abriga hoje o Museu Fotográfico Walfredo Rodrigues, um bar turístico (o "Paiol"), entre outras atrações.

A Casa da Pólvora constitui um marco histórico, além de um símbolo do esforço colonizador português no Brasil. É um monumento de traços seiscentistas que propicia ao visitante uma lição de história e lembranças do passado. Incorporou-se no século XVIII à paisagem de João Pessoa como referência de um tempo de afirmação cultural que solidificou a identidade do povo paraibano, e hoje integra a rota dos roteiros fundamentais para o turismo no estado.



O Surgimento do Homem



Quando surgiram os primeiros homens?

Os primeiros homens surgiram a cerca de 5 milhões de anos no continente africano.

O primeiro Homem Foi o Australopithecus Anamensis que viveu à cerca de 4,8 milhões de anos, tendo uma evolução marcante até chegar à forma do que chamamos de Homo Sapiens Sapiens.

O Homem é o sujeito da história, ele é a principal fonte de estudo, é através de suas ações e pensamentos que estudamos as sociedades passadas e atuais, isso comprova que o homem faz história desde o seu surgimento até os dias atuais, ao longo dessa história o homem evoluiu, superou deficiências, adversidades climáticas adaptando-se ao meio ambiente e fazendo do mesmo seu meio de vida ampliando seus recursos de sobrevivência.

A Pré-História é o Período que vai desde o aparecimento do homem até a invenção da escrita. A pré-história é dividida em três períodos, São eles: Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais.

  • Período Paleolítico, conhecido como período da pedra Lascada.
  • Período Neolítico, conhecido como período da pedra Polida.
  • Idade dos Metais, esse período corresponde as denominações: Selvagens Barbárie e Civilizações.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Trabalho Infantil no Brasil


Trabalho infantil gera lucro pra quem explora e pobreza pra quem é explorado, faz parte da cultura econômica brasileira e está diretamente ligado ao trabalho escravo. A quem incomoda a luta contra o trabalho infantil? Incomoda aos que se incomodam com a luta contra o trabalho escravo. Incomoda aos que se incomodam com a luta contra o trabalho degradante. O combate ao trabalho infantil incomoda a quem lucra com o trabalho infantil, a quem lucra com o trabalho escravo e a quem lucra com o trabalho degradante.

O trabalho infantil ainda é um problema grave, Mais de 5 milhões de jovens entre 5 e 17 anos de idade trabalham no país , apesar da lei estabelecer 16 anos como a idade mínima para o ingresso no mercado de trabalho.





*As crianças que aparecem nas imagens, são modelos devidamente autorizados pelos seus responsáveis.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O Cangaço


No século XVII, ocorreu o deslocamento do centro da economia para o sul. O sertão nordestino já castigado pelo flagelo das secas prolongadas, vê agravar-se as desigualdades sociais. Neste panorama visualiza-se a figura do coronel, detentor de todo o poder e lei da região que se considerava senhorio. A existência de constantes conflitos devido à posses e limites geográficos entre as fazendas, além das rivalidades políticas, fizeram com que estes senhores feudais, procurassem cercar-se do maior número de jagunços (vassalos dos coronéis) e cabras, necessários para defender seus interesses. Deste modo, se criaram verdadeiros exércitos particulares e verdadeiras guerras foram travadas entre famílias. Este quadro, como vemos, foi propício para o aparecimento do banditismo. Surgiu assim, no nordeste brasileiro, grupos de homens armados conhecidos como cangaceiros. Estes grupos apareceram em função, principalmente, das péssimas condições sociais da região nordestina. O latifúndio, que concentrava terra e renda nas mãos dos fazendeiros, deixava às margens da sociedade a maioria da população.
Entendendo o cangaço
O cangaço foi um fenômeno social, caracterizado por atitudes violentas por parte dos cangaceiros. Estes, que andavam em bandos armados, espalhavam o medo pelo sertão nordestino. Promoviam saques a fazendas, atacavam comboios e chegavam a seqüestrar fazendeiros para obtenção de resgates. Aqueles que respeitavam e acatavam as ordens dos cangaceiros não sofriam, pelo contrário, eram muitas vezes ajudados. Esta atitude, fez com que os cangaceiros fossem respeitados e até mesmo admirados por parte da população da época.

Os cangaceiros não moravam em locais fixos. Possuíam uma vida nômade, ou seja, viviam em movimento, indo de uma cidade para outra. Ao chegarem às cidades pediam recursos e ajuda aos moradores locais. Aos que se recusavam a ajudar o bando, sobrava a violência.
Exposiçao das cabeças do grupo de Lampião, após o massacre na gruta dos anjicos
Como não seguiam as leis estabelecidas pelo governo, eram perseguidos constantemente pelos policiais. Usavam roupas e chapéus de couro para protegerem os corpos, durante as fugas, da vegetação cheia de espinhos da caatinga. Além desse recurso da vestimenta, usavam todos os conhecimentos que possuíam sobre o território nordestino (fontes de água, ervas, tipos de solo e vegetação) para fugirem ou obterem esconderijos.

Existiram diversos bandos de cangaceiros. Porém, o mais conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa emboscada armada por uma volante, junto com a mulher Maria Bonita e outros cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática na região.

LAMPIÃO
Depois do fim do bando de Lampião, os outros grupos de cangaceiros, já enfraquecidos, foram se desarticulando até terminarem de vez, no final da década de 1930.

terça-feira, 2 de março de 2010

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré (Ruínas do Almagre)



Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, também conhecida localmente como Igreja do Almagre ou Ruínas do Almagre, localiza-se na praia de Ponta de Campina, no município de Cabedelo, no litoral norte do estado brasileiro da Paraíba.

A igreja foi erguida no início do século XVII, no contexto do processo de conquista do território e de catequização dos indígenas na Paraíba.

Em 1676 João Fernandes Vieira vendeu a Jorge Homem Pinto várias propriedades, entre elas a praia do Poço. Não há referência ao templo nesse período.

Em 1804 há notícia de "igreja de pedra e cal coberta de telhas", como parte da propriedade.

As suas ruínas encontram-se tombadas desde 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Em nossos dias as ruínas encontram-se em áreas particulares e desprovida de acesso.

O templo apresentava planta no formato retangular, com apenas uma nave, medindo 26 metros de comprimento por 12 metros de largura, erguendo-se a 12 metros de altura.

A fachada principal era em pedra calcárea, orientada para o norte. No alto da portada central há um medalhão no qual está esculpido um cavaleiro à beira de um penhasco, atingindo um monstro com a sua lança e um nicho ou oratório com a imagem de uma santa.

Em 1931 ainda existia um lavatório na sacristia, talhado em cinco lâminas de pedra sobrepostas, com seu característico golfinho.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A bandeira da Paraíba


Bandeira Oficial da Paraíba ate 1930

A bandeira da Paraíba foi adotada pela Aliança Liberal em 25 de setembro de 199 , por meio da Lei nº 704, no lugar de uma antiga bandeira do estado, que vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922). A bandeira foi idealizada nas cores vermelha e preta, sendo que o vermelho representa a cor da Aliança Liberal e o preto, o luto que se apossou da Paraíba com a morte de João Pessoa, presidente do estado em 1929 e vice-presidente do Brasil em 1930, ao lado do presidente Getúlio Vargas.

A palavra "NEGO" que figura na bandeira é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular, remetendo à não aceitação, por parte de João Pessoa, do sucessor indicado pelo então presidente do Brasil, Washington Luís. Posteriormente, em 26 de julho de 1965, a bandeira rubro-negra foi oficializada pelo governador do estado, Pedro Moreno Gondim, através do Decreto nº 3919, como "Bandeira do Négo" (à época ainda com acento agudo na letra "e"). O preto ocupa um terço da bandeira; o vermelho, dois terços. Existem movimentos correntes hoje em dia que tentam mudar a bandeira do estado assim como o nome da capital, ou ao menos recuperar a nomeclatura da capital a bandeira originais, pois foram alterados na época da morte do político João Pessoa, morte esta que causou grande comoção em todo o país, levando a visíveis manobras políticas durante o primeiro governo de Getúlio Vargas.

Atual Bandeira da Paraíba

Fonte: Wikipédia